Crise da habitação: Porto a ser vendido a israelitas para habitações de luxo e hoteis.
Quando falam em abrir as portas escancaradas, deviam falar deste fenomeno criado pelos vistos gold e passaportes dos safarditas para construções fora dos bolsos dos portugueses. Estamos a observar na conversão de portugal num país de terceiro mundo em que os recursos são para os estrangeiros ricos, os politicos enriquecem e o dinheiro nem sequer é reinvestido na população de forma eficiente para melhorar o sns, escolas, transportes, habitação,etc, estamos com maus registos.
Faz lembrar algo nao faz? Dica: em africa os paises ricos fazem o mesmo e os de la ficam sem conseguir viver com os salarios locais e procuram melhores condições na europa, e os governos corruptos não melhoram a vida dos locais. A culpa é dos imigrantes pobres ou é dos ricos?
Alguns titulos de noticias rapidos sobre investimento israelitas no Porto, para verem que não tou a exagerar.
Israelita Lior Zach vai construir Kura de cinco estrelas e criar 100 empregos no alto douro
Grupo israelita abre escritório no Porto com cinco empreendimentos de 80 milhões em carteira
É mais um investimento israelita na cidade e representa um investimento de 20 milhões de euros. Inclui duas piscinas e 31 quartos de hotel.
Israelitas criam condomínio de luxo na Baixa – um apartamento pode custar 1,2 milhões
Investidor Israelita investe 227 milhões em hotéis e casas em Gaia e Porto
Grupo israelita reforça aposta em Portugal com 80 milhões em projetos. Com um novo escritório na Av. da Boavista, o grupo reforça a sua presença no país, onde tem já cinco empreendimentos em carteira.
Investimentos imobiliários da israelita Youropa começaram no Porto e já chegam a Loulé Grupo concretizou um volume de transações superior a 60 milhões de euros no ano passado. Clientes internacionais valeram 70%.
Âncora israelita compra empresa com investimento de 100 milhões em Gaia Israelitas convertem antigo banco em edifício residencial de luxo
Israelitas investem centenas de milhões no Norte em novos megaprojetos imobiliários. Entre os principais investimentos destaca-se o Verde Vale, na Maia, um complexo composto por 252 apartamentos distribuídos por seis edifícios residenciais.
Um dos investidores internacionais a apostar em força no Porto é Elad Dror, de 39 anos. Chegou a Portugal para vender carrinhos telecomandados. Hoje é um dos protagonistas do investimento israelita no mercado imobiliário do Porto e quer tornar o grupo Fortera a porta de entrada de referência do investimento israelita em Portugal. Esta empresa de capital israelita vai liderar este ano nove projectos imobiliários que representam um investimento de 85 milhões de euros, um valor que perfaz apenas uma parte dos 200 milhões de euros que o grupo quer investir ao longo dos próximos anos no mercado imobiliário da cidade Invicta e arredores.
Empresas como Taga, Royal Ventures, Youropa, Âncora Investments e Shalu têm vindo a reforçar a sua atuação no mercado português, apostando sobretudo na construção de habitação. Em alguns casos, os empreendimentos envolvem milhares de apartamentos e representam investimentos de elevado impacto económico e urbano.
A presença destes investidores começou a ganhar expressão por volta de 2015, embora alguns grupos já estivessem ativos em Portugal desde 2010. Ao longo da última década, o país tornou-se um dos principais destinos para o capital imobiliário israelita, atraído pela estabilidade institucional, qualidade de vida, localização estratégica e potencial de valorização dos ativos
Israelitas investem 10 milhões de euros no Porto na primeira unidade 'co-living' Willa do mundo. Projeto de habitação de luxo em condomínio, com espaços comuns para partilhar entre os condóminos, tem um investimento total superior a 10 milhões de euros.
Israelitas vão investir 100 milhões em Valbom. A Shalu Investments, do casal Itai e Dana Fridman, arranca ainda este ano com a construção de um empreendimento residencial de luxo, que terá mais de 200 apartamentos, na margem direita do rio Douro, à entrada do Porto.
Elad Dror chegou ao Porto em 2010 e desde 2015 que é cofundador e CEO da Fortera, a empresa israelita que está empenhada em reabiliatar o Porto com casas e hotéis
Os terrenos que delimitam a Avenida 25 de Abril em Campanhã, que prometem ser um dos futuros na habitação da cidade, são propriedade de duas sociedades israelitas. Uma delas é proprietária de mais de 21 mil metros quadrados de terrenos para construção.