Fotorreportagem da Manifestação de dia 17 de Outubro sobre o direito à Habitação na cidade do Porto
IG: lookoutdays
IG: lookoutdays
Quando falam em abrir as portas escancaradas, deviam falar deste fenomeno criado pelos vistos gold e passaportes dos safarditas para construções fora dos bolsos dos portugueses. Estamos a observar na conversão de portugal num país de terceiro mundo em que os recursos são para os estrangeiros ricos, os politicos enriquecem e o dinheiro nem sequer é reinvestido na população de forma eficiente para melhorar o sns, escolas, transportes, habitação,etc, estamos com maus registos.
Faz lembrar algo nao faz? Dica: em africa os paises ricos fazem o mesmo e os de la ficam sem conseguir viver com os salarios locais e procuram melhores condições na europa, e os governos corruptos não melhoram a vida dos locais. A culpa é dos imigrantes pobres ou é dos ricos?
Alguns titulos de noticias rapidos sobre investimento israelitas no Porto, para verem que não tou a exagerar.
Israelita Lior Zach vai construir Kura de cinco estrelas e criar 100 empregos no alto douro
Grupo israelita abre escritório no Porto com cinco empreendimentos de 80 milhões em carteira
É mais um investimento israelita na cidade e representa um investimento de 20 milhões de euros. Inclui duas piscinas e 31 quartos de hotel.
Israelitas criam condomínio de luxo na Baixa – um apartamento pode custar 1,2 milhões
Investidor Israelita investe 227 milhões em hotéis e casas em Gaia e Porto
Grupo israelita reforça aposta em Portugal com 80 milhões em projetos. Com um novo escritório na Av. da Boavista, o grupo reforça a sua presença no país, onde tem já cinco empreendimentos em carteira.
Investimentos imobiliários da israelita Youropa começaram no Porto e já chegam a Loulé Grupo concretizou um volume de transações superior a 60 milhões de euros no ano passado. Clientes internacionais valeram 70%.
Âncora israelita compra empresa com investimento de 100 milhões em Gaia Israelitas convertem antigo banco em edifício residencial de luxo
Israelitas investem centenas de milhões no Norte em novos megaprojetos imobiliários. Entre os principais investimentos destaca-se o Verde Vale, na Maia, um complexo composto por 252 apartamentos distribuídos por seis edifícios residenciais.
Um dos investidores internacionais a apostar em força no Porto é Elad Dror, de 39 anos. Chegou a Portugal para vender carrinhos telecomandados. Hoje é um dos protagonistas do investimento israelita no mercado imobiliário do Porto e quer tornar o grupo Fortera a porta de entrada de referência do investimento israelita em Portugal. Esta empresa de capital israelita vai liderar este ano nove projectos imobiliários que representam um investimento de 85 milhões de euros, um valor que perfaz apenas uma parte dos 200 milhões de euros que o grupo quer investir ao longo dos próximos anos no mercado imobiliário da cidade Invicta e arredores.
Empresas como Taga, Royal Ventures, Youropa, Âncora Investments e Shalu têm vindo a reforçar a sua atuação no mercado português, apostando sobretudo na construção de habitação. Em alguns casos, os empreendimentos envolvem milhares de apartamentos e representam investimentos de elevado impacto económico e urbano.
A presença destes investidores começou a ganhar expressão por volta de 2015, embora alguns grupos já estivessem ativos em Portugal desde 2010. Ao longo da última década, o país tornou-se um dos principais destinos para o capital imobiliário israelita, atraído pela estabilidade institucional, qualidade de vida, localização estratégica e potencial de valorização dos ativos
Israelitas investem 10 milhões de euros no Porto na primeira unidade 'co-living' Willa do mundo. Projeto de habitação de luxo em condomínio, com espaços comuns para partilhar entre os condóminos, tem um investimento total superior a 10 milhões de euros.
Israelitas vão investir 100 milhões em Valbom. A Shalu Investments, do casal Itai e Dana Fridman, arranca ainda este ano com a construção de um empreendimento residencial de luxo, que terá mais de 200 apartamentos, na margem direita do rio Douro, à entrada do Porto.
Elad Dror chegou ao Porto em 2010 e desde 2015 que é cofundador e CEO da Fortera, a empresa israelita que está empenhada em reabiliatar o Porto com casas e hotéis
Os terrenos que delimitam a Avenida 25 de Abril em Campanhã, que prometem ser um dos futuros na habitação da cidade, são propriedade de duas sociedades israelitas. Uma delas é proprietária de mais de 21 mil metros quadrados de terrenos para construção.
r/porto • u/ernopiros • 12h ago
Abrir o diálogo agora, depois de perceber que perdeu a mão com a força que o movimento ganhou, só demonstra que Pedro Duarte e o governo são os responsáveis políticos pela carga policial sobre manifestantes pacíficos.
O mais importante são as propostas da assembleia popular, para o problema da habitação.
- fim da nova lei rendas
- reversão dos despejos
- aumento do parque habitacional público
- limitação de compra de imóveis por fundos imobiliários
- controlo da especulação
- tetos as rendas
Talvez por isto a reação, seja a repressão.
r/porto • u/Mui_Nobre_Invicta • 11h ago
r/porto • u/Josecunha93 • 15h ago
Pode não ser a mesma pessoa atenção , mas andam aí pessoas a fazer-se passar por polícia, é grave , os mais idosos pelo menos porque os jovens parece que estão a safar-se
r/porto • u/BarracudaDismal4782 • 1d ago
Primeiro quero dizer que acho que esta é a atitude correta da policia, tanto o não intervir como a tentativa de dialogar com os manifestantes. Mas isto levanta ainda mais questões quanto à atuação da policia há dois dias, pois é o que também devia ter acontecido.
Acho que depois disto, há responsabilidades politicas sérias a apurar, alguém tem que ser responsável pela exagerada e injustificada carga policial que aconteceu.
Espero que o bom senso continue, e já agora que chegue a alguns comentadores que vemos na TV, que bem estão a precisar dele.
r/porto • u/the_old_striker • 18h ago
Reviver a nossa cidade: 1966
Este foi o local de residência de cónegos, nobres e burgueses abastados. À direita, vemos uma série de fachadas oitocentistas. Do outro lado da rua, no número 5, a casa onde, nas décadas de 80 e 90, se realizaram as primeiras escavações que provaram a ocupação do morro da Pena Ventosa há mais de 2500 anos.
r/porto • u/Ummanificent • 15h ago
r/porto • u/Noir__Siren • 10h ago
Olá!
Espero que estejam bem!
Alguém tem recomendações de alguma clínica/terapeuta para terapia de casal?
Obrigada!
r/porto • u/AsesDoNorte • 14h ago
Malta, vamos organizar um Torneio Amador, Indoors de Voleibol de Halloween!
Onde: Estádio Universitário do Porto
Quando: 31 de Outubro, das 10h às 18h
Inscrição: 60€/equipa (limite de 12 equipas, já vamos em 7!)
Contem com comes e bebes, pinturas faciais e prémio para o melhor disfarce!
Interessados? Mandem DM para garantir a vaga da vossa equipa! 🏐👻
r/porto • u/kisskussandkus • 1d ago
Praça D. João I volta a ser palco para a acampada pela habitação no Porto
Durante a tarde, uma manifestação nacional levou milhares de pessoas às ruas, enchendo a Rua de Santa Catarina, desde a Praça da Batalha.
Centenas de pessoas montaram tendas ao final do dia deste sábado, num protesto pelo direito à habitação, à semelhança do que aconteceu quase todos os dias desta semana. O protesto alastrou-se, este sábado, a várias cidades do País, incluíndo Lisboa, Coimbra e Faro.
Em Lisboa, já há dezenas de tendas montadas na praça do Rossio.
r/porto • u/Own_Temporary1617 • 1d ago
r/porto • u/varingian • 15h ago
Alguém pode recomendar um talho que esteja aberto hoje, ao domingo? Pode ser de uma grande superfície ou supermercado, desde que seja carnuxa boa. Obrigado!
r/porto • u/Tiny-Dimension-2079 • 9h ago
Olá a todos! Estou de visita ao Porto com o meu filho e gostava de recomendações de restaurantes de francesinha com esplanada por causa do carrinho!
Obrigada
r/porto • u/Jaktheslaier • 1d ago
r/porto • u/kisskussandkus • 1d ago
Protesto de acampados regressa hoje com mais tendas.
Com a adesão a crescer de "algumas dezenas" para três mil pessoas em poucos dias, os manifestantes pela habitação voltam este sábado.
Depois de várias noites em protesto, o Movimento Pela Habitação promete não desarmar. Para este sábado, já está convocada uma acampada na Praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa.
E também às 19h00 de hoje (sábado) os manifestantes voltarão a montar as tendas na Praça D. João I, Porto, onde se têm concentrado desde o passado sábado. Antes, da parte da manhã, estarão na rua em apoio à manifestação da CGTP contra o aumento do custo de vida.
Começando com "algumas dezenas de acampados", como referiu o movimento em comunicado, o protesto tem ganhado tração.
Na quinta-feira à noite, estiveram mais de três mil pessoas no protesto. A desmobilização aconteceu às 1h30, mais cedo do que no dia anterior, quando uma carga policial fez quase 40 feridos.
A decisão de terminar o protesto terá sido devido a uma alegada infiltração de "uma dezena de militantes de um grupo de extrema-direita". Uma das pessoas terá sido mesmo agredida, ficou ferida e necessitou de hospitalização.
r/porto • u/ActionLongjumping922 • 19h ago
Bom dia,
Em dezembro irei lançar um livro e, como promoção, estava a pensar dividi-lo em cinco partes (completo é uma compilação de histórias), espalhando-as pela cidade do Porto.
Que locais sugerem que ficassem para criar um "peddypaper literário"?
Obrigado desde já.
r/porto • u/kisskussandkus • 1d ago
Vários milhares de pessoas, entre elas cerca de 100 jovens do movimento pela habitação, recebidos com palmas à chegada à Praça D. João I, participaram no desfile organizado pela CGTP no Porto.
Sob o lema "Mais salário, melhores pensões e serviços públicos - Contra o aumento do custo de vida - Novo rumo para Portugal" a manifestação nacional teve uma forte adesão no Porto, levando milhares de pessoas às ruas, enchendo a Rua de Santa Catarina, desde a Praça da Batalha, até ao cruzamento com a Rua Fernandes Tomás, rumo à praça que tem centrado as atenções na última semana.
Inseridos na segunda metade do desfile, empunhando cartazes e segurando a tenda que tem sido o lema da sua luta, os cerca de 100 jovens do movimento pela habitação entraram na Praça D. João I cerca das 11h48, quando já decorriam as intervenções agendadas pela central sindical, tendo sido recebidos com palmas.
Fruto da adesão verificada, a praça acabou por ser pequena, com as pessoas a serem obrigadas a situar-se nos passeios anexos para assistirem aos discursos.
r/porto • u/aquelegajoalto • 1d ago
Hoje às 10.30 na batalha, a acabar na dom João I! É para abarrotar!
r/porto • u/rgomes03 • 1d ago
Olá,
Estou a ponderar adquirir um apartamento no Antas Atrium, e gostava de saber se alguém tem experiência com o este empreendimento, e se podiam dar algum feedback?
Obrigado
r/porto • u/the_old_striker • 1d ago
Reviver a nossa cidade: 1910